Utopia vermelha

Ficção científica é um tema que me atrai, mas o contexto em que “Der Rote Planet” (Tradução livre: “O planeta vermelho”), de A. Bogdanow, foi escrito, torna a leitura mais atrativa. O livro foi publicado pela primeira vez na Rússia,  em 1908, sob pseudônimo. O autor, Alexander Malinowski, era um médico, revolucionário e filósofo. Ele acreditava que se podia recuperar a juventude fazendo transfusões de sangue (criou o primeiro instituto para essas pesquisas). Ironicamente, morreu após receber sangue contaminado com malária e tuberculose.

O exemplar que encontrei num sebo foi publicado em 1986, na antiga Alemanha Oriental, como parte de uma coleção recomendada para jovens.

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O cérebro idiota

Vou ser sincera; já li muitos livros sobre neurociência, pois o tema me interessa bastante. Mas esse foi o mais divertido e didático de todos! O autor é debochado e usa umas metáforas ótimas para explicar porque a gente faz tanta bobagem na vida.

Dean Burnett é um neurocientista britânico com um senso de humor incomum (britânico? Rsrsrsr…) que nos presenteia com o excelente “The idiot Brain: a neuroscientist explains what your head is really up to” (tradução livre: “O cérebro idiota: um neurocientista explica o que sua cabeça realmente está fazendo”). 

A ideia é mostrar como o cérebro regula o corpo e, não raro, provoca a maior bagunça dando instruções erradas e fazendo a gente trancar o dedo na gaveta, por exemplo.

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Inovação na academia

Não vou enganar ninguém: odeio academia de ginástica! Adoro dançar, caminhar, fazer yôga, enfim, me mexer. Mas ficar fazendo movimentos repetidos sem sentido; detesto!

Só que por conta de uma osteopenia que tive (princípio de osteoporose) tenho que fortalecer os músculosdas costas. Infelizmente, o único jeito (além do boxe) é musculação mesmo.

No Brasil eu frequentava a Curves, só para mulheres, e gostava bastante. É um circuito de meia hora com aparelhos e estações de descanso entre eles. Um minuto praticando no aparelho e um minuto fazendo outra atividade nas plataformas de descanso.

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Minha amiga genial

Fazia muito tempo que eu queria ler Elena Ferrante; só ouvi a falar bem das obras dela. Esse livro, especificamente, “Meine geniale Freundin“, mereceu até um filme e uma série na Netflix. Pois não é que encontrei o danado em edição capa dura num sebo por € 4,00?

Bem, o romance começa com a narradora, Elena, recebendo um telefonema de um homem desesperado procurando sua mãe, que sumiu sem deixar nenhuma pista. Elena é amiga de infância da desaparecida; ambas estão com 66 anos quando a história é contada. A narradora não se surpreende com o sumiço (há anos a amiga dizia que queria retirar-se do mundo sem deixar pistas) e decide escrever sobre a amizade das duas.

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Esse tal de Elon Musk

Pensa numa pessoa genial. Tipo, sei lá, Nikola Tesla. Ou Thomas Alva Edison. Imagina se fizessem uma fusão desses dois e daí nascesse um novo ser humano. Certeza que sairia um Elon Musk.

Acabei de ler a biografia dele chamada “Elon Musk: how the billionaire CEO of Space X and Tesla is shapping your future”, escrita por Ashlee Vance e estou muito impressionada. É claro que muita coisa eu já tinha conhecimento por outros canais (quem se interessa por tecnologia e inovação não tem como não acompanhar as aventuras dele), mas o sujeito é realmente especial. Mas vamos do início.

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Manual para criar viciados

Sim, é isso que você leu no título. Os autores de “Hooked: how to build habit-forming products” (tradução livre: “Viciado: como construir produtos que formam hábitos”), Nir Eyal e Ryan Hoover, pesquisaram arduamente e descobriram o que faz a gente se viciar em alguns produtos de tecnologia e ignorar outros. 

Eles lembram, por exemplo, que 79% dos smartphones são checados no máximo 15 minutos depois que a pessoa acorda de manhã cedo. E pasme: 33% dos americanos dizem que preferem ficar sem sexo do que sem seus brinquedinhos. Estima-se que, em média, as pessoas consultam seus aparelhos cerca de 150 vezes por dia! Se isso não é um vício, difícil dizer o que seria.

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Gent: surpresa maravilhosa!

Uma amiga que mora em Antuérpia já havia me dito que preferia Gent a Bruges. Hoje entendi o porquê. Bruges é linda, mas não parece de verdade; é como um parque temático com o cenário perfeito e suas hordas de turistas.

Gent também tem muitos visitantes, mas parece uma cidade de verdade, onde mora gente. O centro histórico é como uma viagem no tempo; e a viagem continua se a gente se afasta um pouco e caminha pelas ruas vazias. Peguei chuva, o sol saiu só um pouquinho e a luz não ajudou as fotos. Mesmo assim, que cidade! 

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Bruges: nem parece de verdade…

Bruges é Patrimônio Mundial da UNESCO desde 2000 e, olha, título mais que merecido. A cidade, nascida em 1128, é cheia de construções dos séculos XVI e XVII. Tão bem cuidada que parece um cenário de filme de época. Na verdade, fiquei mesmo foi com a impressão de que ela se transformou num parque temático, dada a quantidade assustadora de turistas entupindo todos os lugares.

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Um passeio por Leuven

É uma cidade universitária a 30 km de Bruxelas cheia de centros de pesquisa onde tive a oportunidade de passar o final de semana. Tem cafés maravilhosos, arquitetura belíssima e uma história muito interessante. Do século XI a XV, Leuven foi o centro comercial da província, e a riqueza aparece nos seus prédios, principalmente a prefeitura.

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Inovação na Ásia e na Alemanha

Hoje participei da Asia Pacific Berlin Week : Conference on Innovation, evento patrocinado por um projeto de cooperação entre os países asiáticos da costa do Pacífico e a Alemanha. 

Para quem estuda inovação há tempo, não tinha muita coisa nova, mas foi bom para ver que as informações que estou compartilhando em palestras, textos e vídeos estão perfeitamente atualizadas. 

A primeira palestra, de Ruo-Mei Chua, uma consultora baseada em Singapura, falou sobre o que as empresas precisam para continuar relevantes no mercado. Basicamente o que sempre falo nas minhas palestras sobre inovação: a ênfase na empatia e na criatividade do ser humano. Aliás, ela fechou com uma frase de Li Kai Fu que achei ótima: “Deixe os robôs serem robôs, e os humanos, humanos”. 

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